Evangelho do Reino de Jesus Cristo

"E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." Mt 24:14

A Sexta Taça 2ª parte: Seca-se o Eufrates, manifestam-se os espíritos imundos

sapo

Ler a Primeira Parte

Portanto, nos é revelador; o como voltará e será reunida toda  a Igreja, vinda do mundo inteiro no fim dos tempos, quando as caudalosas águas do rio Eufrates se secarem, segundo a permissão de Deus.

Em Jeremias lemos:

 

“Quando acabares de ler o livro, atá-lo-ás a uma pedra e o lançarás no meio do Eufrates” Jeremias 51:63

 

O Eufrates agora é também colocado como um lugar de condenação, como se fosse o próprio abismo. O que o profeta lança ao rio, representa os povos que virão a ser condenados.

Suas águas significam esta realidade de elementos condenada, que se afundará até os abismos juntamente com estes povos condenados em todo o mundo, eles e essa realidade palpável.

Do rio Eufrates, o Senhor permite:

 

“dizendo ao sexto anjo, o mesmo que tem a trombeta: Solta os quatro anjos que se encontram atados junto ao grande rio Eufrates.

Foram, então, soltos os quatro anjos que se achavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens.”

Apocalipse 9:14-15

 

Permite que o mal comece atuar e operar sobre a terra inteira a partir dali. Estes quatro anjos (mensageiros) são os mesmos demônios descritos no capítulo 16, versículo 13, que também saem do Eufrates quando se seca.

Eles, por permissão de Deus, virão a destruir a terra. Quatro pela legalidade e operação nos quatro cantos do mundo, que operam na hora e no tempo marcado. Tempo marcado enquanto culminação, porém já atuante em proporções cada vez maiores.

São desatados justamente quando são desimpedidos pelos quatro anjos de Deus, descritos em Apocalipse 7:1

 

“ Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.”

Estes são as potências de Deus que não deixam que os ventos se agitem sobre o mar. Quer dizer: que os espíritos imundos e suas águas (os ventos) se agitem sobre as nações (o mar).

As árvores são os homens da igreja, guardados também por estes quatro anjos de Deus.

Estes ventos podem atuar sobre a criação e inclusive sobre as árvores, se não forem controlados por Deus, que é o Criador. Lembrando que uma vez liberados para o estrago final, ainda sim Deus não permitirá que danifiquem as árvores (Ap 9:4)

Verifiquemos essa profecia em Apocalipse 7:

 

“Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus.”

 Apocalipse 7:2-3

 

Então o que vemos? Uma permissão de Deus, nesta liberalidade, que é entregue aos poderes ocultos para atuarem no mundo e no céu, onde também, no final, Satanás será derrubado, agora sob o poder de Jesus, para que se cumpra a promessa de Deus, na qual antes terão que ser selados no Espírito Santo de Deus todos nós, os que somos sua Igreja.

O mal não poderá fazer dano à terra santa, onde está a igreja, quer dizer: nós que temos a marca da promessa, o Espírito de Deus.

Árvores são também os homens do mundo que estão para se converter e se tornar parte da igreja. Na realidade é permitido que atuem somente sobre os homens que não são de Deus, juntamente com toda sua realidade maligna.

Existe uma porção e uma proporção permitida a estes demônios para nela atuarem até que termine o tempo da reunião da Igreja.

Entretanto, desde quando começou a reunião da Igreja, a partir do dia de Pentecostes, vindo a reunião no Espírito Santo, de todos os povos em Cristo, por meio da fé; desde ali também começou a atuar o império do mal, para impedir a salvação de todo Israel.

E assim também aqueles espíritos imundos saídos do lodo do Eufrates, de onde saem os animais imundos, os sapos, que representam demônios, conforme ali escrito, saídos das águas consumidas pelo abismo do mundo perdido e caído ao inferno, mas que, agora, brotam nos homens sobre os quais atua a operação do erro, segundo domínio da potestade do ar.

Demônios manifestos através:

– da boca do dragão (os homens pelos quais o diabo fala e anda no mundo),

– da boca do falso profeta (os homens que operam através de ideias, filosofias, cultos e crenças malignas, religiões falsas  mesmo dentro do cristianismo; enfim, todo elemento de culto conhecido da história que são contra Jesus Cristo)

– e da boca da besta (o diabo em todo seu corpo formado operante na terra, por meio de bocas de homens, tanto pelo seu falar como, consequentemente, por suas ações, em todos os reinos do mundo, exercendo neles forte influencia, segundo a mão de toda criatura usada por este poder maligno)

O homem é usado e escravizado – bestializado -, pela indução perversa através do controle mental, ações e raciocínios; pelos quais caem sujeitados devido sua própria natureza maligna já corrompida.

Jeremías capítulo 13

“(1)Assim me disse o SENHOR: Vai, compra um cinto de linho e põe-no sobre os lombos, mas não o metas na água.

(2)  Comprei o cinto, segundo a palavra do SENHOR, e o pus sobre os lombos.

(3)  Então, pela segunda vez me veio a palavra do SENHOR, dizendo:  (4)  Toma o cinto que compraste e que tens sobre os lombos; dispõe-te, vai ao Eufrates e esconde-o ali na fenda de uma rocha.

(5)  Fui e escondi-o junto ao Eufrates, como o SENHOR me havia ordenado.

(6)  Passados muitos dias, disse-me o SENHOR: Dispõe-te, vai ao Eufrates e toma o cinto que te ordenei escondesses ali

(7)  Fui ao Eufrates, cavei e tomei o cinto do lugar onde o escondera; eis que o cinto se tinha apodrecido e para nada prestava

(8)  Então, me veio a palavra do SENHOR, dizendo

(9)  Assim diz o SENHOR: Deste modo farei também apodrecer a soberba de Judá e a muita soberba de Jerusalém.

(10)  Este povo maligno, que se recusa a ouvir as minhas palavras, que caminha segundo a dureza do seu coração e anda após outros deuses para os servir e adorar, será tal como este cinto, que para nada presta.”

Na grande revelação do cinto de linho, os israelitas por terem se apartado da presença de Deus, são aqui comparados ao cinto.

Eles que, antes, na intimidade e na obediência com Deus, quando se limpavam dos seus pecados, no lavar do sangue e nas reuniões solenes ao El Shadai, eram protegidos pelo poder do Senhor, e viviam na terra prometida guardados debaixo de Suas Asas.

Porém agora, ao apartarem-se de Deus, pelos seus pecados, foram guiados ao caudaloso Eufrates, enterrados em suas margens úmidas que apodrecem até ao mais resistente dos povos.

Ali, onde a umidade e as intempéries do tempo, causam a corrosão da alma pelo profundo contato com as trevas palpáveis, pelas influencias do abismo, onde operam os três espíritos imundos que, ajuntando forças pelos pecados do homem, o levaram desta forma ao mais profundo de seus leitos, em meio as águas paradas e apodrecidas para, à uma, reunirem a humanidade em rebeldia contra Deus, para a grande batalha do dia final: Armagedom.

 

Ler a Primeira Parte

Anúncios

Sobre Juan S. Gonzalez Jimenez

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Mensajes en Castellano:

Junte-se a 1.783 outros seguidores

google-site-verification: googled8bd3413ab582730.html

  • 134,014 Visitas

Nossas Páginas

%d blogueiros gostam disto: