Evangelho do Reino de Jesus Cristo

"E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." Mt 24:14

A Sétima Taça do Apocalipse

cometas em fogo 

APOCALIPSE 16      

 “17 O sétimo anjo derramou a sua taça no ar; e saiu uma grande voz do santuário, da parte do trono, dizendo: Está feito.

18 E houve relâmpagos e vozes e trovões; houve também um grande terremoto, qual nunca houvera desde que há homens sobre a terra, terremoto tão forte quão grande;

19 e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira.

20 Todas ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam.

21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.”

 

“O sétimo anjo derramou a sua taça no ar…”

Os ares

Referindo-se ao elemento ar, o qual respiram todas as criaturas sobre a face da terra.  Vital como o assopro de vida nos homens e em todo ser vivente.

Aqui o ar significa o “aonde” foi derramada a taça do juízo de Deus, pontuando o tempo e lugar no elemento em que anjo derrama sua taça. Assim como o ar que não se vê, assim também é derramada esta bebida da ira de Deus em forma espiritual e com todas suas consequências.

Invisível, que não se vê ao olho nu, mas sendo respirado, apreciado e manifesto aos homens como os próprios efeitos do vento, que não são vistos, mas sentidos, pelos quais então é dado perceber a causa e o prejuízo trazido ao mundo material e a toda forma humana.

O sétimo anjo trás a última praga e, nesta profecia, derrama a taça sobre as questões circunstanciais, naquilo que não se vê e no que se vê, interagindo através do homem como elo de ligação.

“…da parte do trono, dizendo: Está feito.”

Vem do trono porque é de Deus que sai a ordem, a qual conclui todas as coisas no tempo da humanidade e nas formas do mundo.

Ar significando espiritualmente o espaço invisível, onde também satanás atua de forma encoberta. Embora não visível, mas com poder de interferir nos acontecimentos naturais e no homem, em seu comportamento explícito, com suas ações e reações.

Atuações que interferem na natureza, na degradação e devastação pela prostituição da humanidade já corrupta, dissoluta e devassa.

No ar também por que nele está um poder maligno e espiritual que Deus permite agir no homem, e entrar na sua vida pelas brechas dadas pelo pecado.

Temos satanás agindo com todos os impérios do mal. Impérios que são legiões de demônios tomando conta da natureza do planeta e do homem, como se não fosse. Quer dizer: o seu agir invisível como é no elemento ar, que na verdade é respirado, palpado e experimentado pelos povos na face da terra, assim como os elementos vitais para a vida.

Ali, nessa invisibilidade, o inimigo atua como fonte de pensamentos e decisões; de crenças ou de qualquer outra coisa que tenha poder de influenciar o homem no seu psíquico e nas questões da alma.

De modo que está satanás solto para interferir no natural da terra e do homem, tendo o poder de alterar as suas decisões no seu diário agir, para provocar o seu castigo segundo a sua impiedade cometida.

“1 Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,

2 nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência,

3 entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais.”  

Efésios 2:1-3

Tem a propriedade do oculto o príncipe das trevas, que opera no curso das circunstancias naturais de pecado no homem. Agindo assim na criatura humana, satanás também opera nos elementos, ou seja, uma vez tendo ele dominado diferentes áreas no homem, psíquicas e comportamentais no seu natural, faz com que ele cause consequências danosas no mundo, por meio de suas atitudes e reações manipuladas pelo maligno.

Satanás usa a sensualidade e perverte através da tentação do indivíduo, vindo no espaço da mente e dominando através da operação do erro. Agindo desta forma ele toma o controle da vontade humana e passa a ter acesso ao mundo natural, porque o maligno dominando as primícias das criaturas causa legalidade para então ter o direito de operar no planeta e, mais ainda, no próprio homem, como se expressa logo acima na revelação.

Em Efésios 2:2 vemos que ele tem um domínio no oculto. De novo falando na significação do ar, no que é no lugar espiritual; em que todo homem está em convívio,  na realidade do espirito, assim também como acontece com o ar na realidade palpável dos elementos naturais.

Existe uma realidade natural e outra espiritual. Pela espiritual satanás opera sobre o homem para então chegar a outra natureza. Primeiro ele o afeta enquanto criatura, na sua mente psíquica, e o corrompe. Depois ele passa à sua realidade no elemento palpável, a ter acesso pelos sentidos do homem. Dali então age no seu cotidiano, em todo coletivo da humanidade, nos sistemas filosóficos, sociais, políticos e econômicos: o diabo passa a controlar o natural na face da terra.

Aqui se esclareça: o operar das trevas no mundo é somente naquilo que está exposto no pecado. Pois, ainda neste meio, livre está o homem no Espírito de Jesus. Nós, a Igreja de Cristo, somos separados em santidade, envoltos na proteção de Deus, pelo selo do Espírito Santo.

Ele nos vivificou estando nós mortos, diz a Palavra, morte da qual também ele nos libertou, das garras da potestade do ar, do espírito maligno que opera em todo homem distante de Deus.

“Está feito, proclama o anjo enquanto sentença, no entanto a partir desse decreto começa a concluir-se a profecia que, na verdade, vai decorrendo no tempo de Deus sobre o homem. Não é como um simples instante, mas como um juízo que vai de intensidade em intensidade aqui na terra, no tempo dos homens, até a etapa do juízo definitivo e final no dia de Deus.

Essa profecia do fim dos tempos se ajuntará no mesmo tempo com todas as demais profecias do fim dos tempos. Cada uma descrevendo partes do mesmo fim. Revelações que descrevem o final de diferentes pontos de vista, em espaços e medidas escritos na bíblia, em proporções segundo os relatos dos profetas para o término; nos juízos de Deus.

Em Apocalipse 16:19, vemos a descrição da Grande Cidade, que na verdade é o mundo inteiro. O fender-se da cidade em três partes tem haver com o domínio dividido, nos seus distintos tempos, das três feras em Daniel 7, e também do Apocalipse 13:2, em que as três feras de Daniel são descritas em uma só.

Antes da vinda do Messias as feras descritas em Daniel operaram separadamente segundo a legalidade do mal sobre cada império que houve nos tempos. Contudo, em Apocalipse, vemos as três feras formando uma única, como se formassem um corpo pela, agora então, maior legalidade sobre a humanidade, pois que o sangue do Filho de Deus foi revelado e sua rejeição constitui agora uma maior ofensa e dá maior cabida a Satanás, que forma o corpo nas feras do Apocalipse.

No entanto, o fender-se da cidade diante do juízo de Deus é expor, perante todos, o que constituí a grande besta. As três feras que eram, mas não deixaram de ser, porém agora atuam em unidade e maior poder e autoridade pela rejeição ao Filho de Deus. Formando assim o corpo do anticristo.

O fender da cidade também tem haver com a descrição da profecia dos cavaleiros em Ap 6: o cavalo vermelho, o cavalo preto e o cavalo amarelo.

Também com as terceiras partes de juízos descritos em Ap 8:7-12, que são as quatro primeiras trombetas.

E com a descrição da Grande Babilônia, significado juízo sobre a humanidade. Conforme relatado em Apocalipse 17:16-17:

“Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. 

 (17)  Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e dêem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.”

As feras comem e consomem o mundo.

Apocalipse 11:13

“Naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, nesse terremoto, sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu.”

O terremoto e a décima parte que cai significa o poder do mal no mundo todo e o seu juízo.

O terremoto representa o juízo, a divisão entre o que é e o que não é de Deus.

A décima parte da cidade representa a primícias das nações enquanto pecado. O cerne da maldade entre os homens. Que foi conquistado e operado através dos dez chifres da cabeça da besta, os dez reis que, agora, caem.

Sete mil mortos representam os que morrem no mundo. É a porção da humanidade que, após o testemunho das duas testemunhas, sofrem um juízo definitivo sem volta, de morte espiritual, como também no mundo físico, pelo terremoto real, uma porção de morte natural. Mas não todos. Contudo, os que não deram glória a Deus e se converteram naquele momento, morrem em totalidade espiritualmente, sem mais chances de conversão, pois o Espírito que convence o mundo do pecado se retira do meio (2 Ts 2:7 e Dn 9:26), permanecendo somente enquanto selo dentro das casas , ou seja, no coração dos que são de Cristo, a Igreja (Is 24:10-12).

Sete cabeça são também os 7 mil que morrem (ap17:3). Sete montes, sete poderes da “nova Roma”, dito enquanto império greco-romano sobre todo mundo. Também sete corações, quer dizer, os corações de certa quantidade de homens que fazem parte das sete cabeças da besta.

Terremoto qual nunca antes houvera: é um cataclismo, uma mudança, na terra em todo o natural e espiritual, por ter-se já concluído o tempo de Deus aqui na existência do homem na terra, também por ter se pregado o testemunho final aos homens, (ver postagens das duas testemunhas, comparar o juízo da Babilônia com o da humanidade ao termino do ministério destes dois profetas. Ver acima Apocalipse 16:19).

Apocalipse 11

 11 E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles, e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.

12 E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para cá. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.

13 E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.”

Neste tempo e instante determinado, em que as testemunhas são levadas aos céus, chega um juízo sobre toda a humanidade, tendo um grande terremoto e catástrofe, ficando um breve tempo de oportunidade para a salvação de alguns que darão glórias a Deus, pelo grande milagre da ressurreição destes dois profetas, crendo no testemunho de Jesus, naquele momento vindo a se converterem, muitos, diante de tal maravilha.

Ao mesmo tempo vem o juízo sobre a grande Babilônia, ou seja, o Espírito Santo se retira nestas circunstancias e nesse momento conclusivo. Então é chegado o momento da grande meretriz, o tempo do seu julgamento.

Esclarecendo: Todo homem na carne (viva em suas vontades) é Babilônia! Julgado este homem sensual aparece o ímpio, o filho da perdição, o anticristo, a besta, disseminando a humanidade restante à perdição, também já ao seu controle.

O ministério da pregação do evangelho Eterno pregado pelas duas testemunhas é o tempo final da pregação na terra, ficando só a igreja no Espírito Santo protegida por Deus, porém aqui, junto ao mundo no meio da terra com o filho da perdição no governo material, este também controlando aos que já foram marcados com o sinal da besta (Ver Apocalipse 12 verso 14).

“Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.” Dan 7:25  (também Mateus 24)

“20 Todas as ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam.

21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.”

Lembrando aqui o escrito acima. Apocalipse 16: 20, 21.

A terra com seus poderes e feitos, também com seus grandes homens ilustres (ilhas e montes) desaparecem. Tudo tem sido entregue a maldade, não há mais misericórdia de Deus sobre os homens que são para perdição, agora arregimentados por satanás.

Um talento: castigo em peso, medida e valor de iniquidade e impiedade caindo sobre estes homens no meio do mundo. Também é uma grande chuva de pedras vindas dos céus.

 

Ver na próxima postagem, a queda da Babilônia e da humanidade. Se contará o tempo desde um principio da terra até os dias de hoje na conclusão definitiva e do final do ministério das testemunhas, logo também na metade dos sete tempos com o aparecimento do anticristo, e da grande tribulação.

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Publicado às 11 de março de 2014 por em Apocalipse e marcado , , .

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